Eu já não sei por onde vou, já não me interessa onde nasci, não sei quem sou, não me conheço a mim, nem conheço ninguém. Contudo, dou apoio e carinho, mas a corda é curta, e quebra-se, as mãos estalam-se como gelo, e os lábios cerram parecendo ferrugem.Não sei nada, nem quero saber, não quero saber de tal coisa, que se cerrem os lábios, e que se estalem as mãos, que se fechem os olhos e não se abram nunca, nunca mais.
Mas até lá vou-me assoando aos lenços que pensamos que não sentem, mas, ora todos nós sentimos, até o velho que sentado na cadeira, passa o dia a resbunar. Mas porquê tudo isto, porquê ?
Não nem quero saber, só preciso de alguém, alguém que esteja sempre comigo, e não deixe a corta partir-se. Hoje, hoje sim é um mau dia, mas não vou descansar.
Até lá fico a espera do dia, que o sol irá brilhar, e o velho pare de resbunar.
Qualquer dia será um dia, qualquer dia nem sei que faça, e um dia, deixará de ser um dia, passará a ser
E com tudo, a caneta cai sobre o chão, com delicadeza a mão é sobreposta no papel.
gosto imenso do teu blog , vou segui-lo :)
ResponderEliminarpodes também seguir o meu ? ;s